terça-feira, 17 de setembro de 2013

As nuvens negras já se foram

As nuvens negras que turvaram minha visão já se foram, meu diamante sol brilha forte mais adiante, meu coração bate forte, me pego rumo ao infinito buscando um fio de seda um breve sorriso do arco-iris.

domingo, 15 de setembro de 2013

Após o arder do sol, do respirar da minha vida agora me deito  no leito da terra, minha cama calma de folhas secas de amarelo velho são meu descanso e repouso de uma alma salgada que clama por uma brisa fresca.

Olho ao alto, vejo mais do que copas de rainhas verdes, grandiosas e me deixam pequeno nesta cama rude, o céu continua lá e faria do meu deserto o brilho de todas as estrelas no preto pálido do meu olhar.

inspiro fantasias, expiro cheiro de sexo, me deleito em amor que estão não além de mim, olha ali o que vejo sob a relva, pequenos cogumelos que ainda beberei, meu alimento de lucidez de vontades tão carnívoras.


Tentações carnais mesmo deitado sobre a folhas secas.

Minha casca me seca.